O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) afirmou ser contra as medidas dos governadores que estão tentando conter a disseminação da Covid-19.
(Reprodução: Internet)
O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta quinta-feira (18/3),
que ingressou com uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no
Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender as medidas restritivas
para tentar conter a disseminação da Covid-19, dentre elas o toque de
recolher, adotadas recentemente por governadores de três unidades da
Federação.
O
mandatário, contudo, não especificou quais governadores são alvo da
ação. Bolsonaro já criticou Ibaneis Rocha (MDB-DF) por ter estabelecido
um toque de recolher no Distrito Federal das 22h às 5h. A medida, de
acordo com o presidente, se assemelha a um decreto de estado de sítio.
Em
live nas redes sociais nesta noite, ele voltou a usar o termo para
justificar a ação apresentada ao STF. "Isso é estado de defesa, estado
de sítio que só uma pessoa pode decretar: eu. Mas, quando eu assino um
decreto de defesa ou sítio, vai para dentro do Parlamento", comentou o
presidente.
Bolsonaro continuou as críticas
dizendo que "um decreto de um governador ou de um prefeito, não
interessa quem seja, tem o poder de usurpar da Constituição". "Entramos
com uma Adin no Supremo. O Supremo vai decidir. Não vou emitir nenhum
juízo aqui. Nós esperamos ter uma resposta no tocante a isso aí",
acrescentou.
Fonte: www.diariodepernambuco.com.br
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