(Reprodução: Internet)
Alegria e descontração marcam a 13ª Parada da Diversidade de Pernambuco,
que aconteceu em Boa Viagem, Zona Sul. O desfile com os 12 trios elétricos
iniciou às 13h, mas a concentração começou bem antes com a programação
no palco do Parque Dona Lindú. Entre as atrações que aqueceram o público
estiveram as bandas Takita e Santa Clara. O desfile seguiu até o final
do dia.
Além da programação musical, o evento contou com a participação de ativistas e lideranças ligadas ao Movimento LGBT. Entre os convidados de honra estava o ator Sérgio Mamberti, que prestigiu a parada pela primeira vez. A Secretária de Cultura da Prefeitura do Recife, Leda Alves falou da importância do evento para a conscientização da população a cerca do respeito às orientações sexuais.
Com o tema “Onde houver ódio, que eu leve o amor”, a Parada deste ano reafirmou a necessidade de se pensar em políticas públicas de combate à homofobia. “Muitas coisas importantes foram alcançadas como a lei da pensão por morte para casais do mesmo sexo e a criação do Centro de Combate à Homofobia pelo Governo do Estado. Mas ainda há muito a ser feito”, destacou uma das coordenadores do Fórum LGBT de Pernambuco, que organiza a Parada, Iris de Fátima.
O calor não impediu a animação do público. Muitos fizeram questão de participar com figurinos criado, especialmente, para a ocasião como a tranformista Stefanny Witney Lark, 19 anos. “É o terceiro ano que eu participo. Sempre produzo uma fantasia especial para cada edição”, disse ela, que mora em Porto de Galinhas, Ipojuca, e foi ao desfile com as cores do seu time de coração, o Corinthians.
Além da programação musical, o evento contou com a participação de ativistas e lideranças ligadas ao Movimento LGBT. Entre os convidados de honra estava o ator Sérgio Mamberti, que prestigiu a parada pela primeira vez. A Secretária de Cultura da Prefeitura do Recife, Leda Alves falou da importância do evento para a conscientização da população a cerca do respeito às orientações sexuais.
Com o tema “Onde houver ódio, que eu leve o amor”, a Parada deste ano reafirmou a necessidade de se pensar em políticas públicas de combate à homofobia. “Muitas coisas importantes foram alcançadas como a lei da pensão por morte para casais do mesmo sexo e a criação do Centro de Combate à Homofobia pelo Governo do Estado. Mas ainda há muito a ser feito”, destacou uma das coordenadores do Fórum LGBT de Pernambuco, que organiza a Parada, Iris de Fátima.
O calor não impediu a animação do público. Muitos fizeram questão de participar com figurinos criado, especialmente, para a ocasião como a tranformista Stefanny Witney Lark, 19 anos. “É o terceiro ano que eu participo. Sempre produzo uma fantasia especial para cada edição”, disse ela, que mora em Porto de Galinhas, Ipojuca, e foi ao desfile com as cores do seu time de coração, o Corinthians.
Fonte: www.diariodepernambuco.com.br
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