A cidade é chamada de Veneza Pernambucana.
(Reprodução: Internet)
No ranking divulgado pelo Índice de
Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), Recife aparece como a melhor
capital nordestina quando o assunto é qualidade de vida. Nos dados, a
capital pernambucana, com aproximadamente 1,5 milhão de habitantes,
apresenta IDHM de 0,772. A região metropolitana de Maceió ficou na
última posição entre 20 regiões analisadas. A lista continua liderada
pela Grande São Paulo, mas agora tem Campinas na segunda posição,
empatada com o Distrito Federal.
Para o ranking, são levados em conta
três itens: vida longa e saudável (longevidade), acesso ao conhecimento
(educação) e padrão de vida (renda). Nos últimos dois levantamentos — em
1991 e em 2000 —, o Recife tinha o índice de 0,576 e 0,660,
respectivamente.
A pesquisa é realizada pelo Programa das
Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea) e pela Fundação João Pinheiro. Segundo os
dados, o que justifica o crescimento da capital é a expectativa de vida
na capital, com um índice de 0,825, seguida da renda (0,798) e educação
(0,698). A capital de Sergipe, Aracaju, vem logo atrás, com 0,770.
A Região Metropolitana do Recife, na
mesma pesquisa, aparece na décima quinta colocação do ranking do IDH
(Índice de Desenvolvimento Humano) das metrópoles do país. A RMR ficou
atrás, por exemplo, de outras capitais do Nordeste, como São Luiz (MA) e
Salvador (BA). No Brasil, ocupa a 15ª colocação geral. A atualização
ontem incluiu Maceió (AL), Baixada Santista (SP), Campinas (SP) e Vale
do Paraíba/Litoral Norte (SP).
Entre os bairros do Recife, aparecem com
maiores índices de desenvolvimento Espinheiro, Jaqueira, Tamarineira e
Casa Amarela, todos com 0,955, seguidos de Graças e Aflitos (0,952) e a
orla de Boa Viagem (0,951). Na base do índice, estão a área rural de
Ipojuca (0,523) e Jussaral, no Cabo (0,559).
Fonte: jconline.ne10.uol.com.br
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