sexta-feira, 10 de julho de 2015

Vitória de Santo Antão: Dois corpos carbonizados são achados em barraco na zona rural



Barraco em que vítimas estavam ficou completamente carbonizados. Segundo a polícia, no local havia elementos que podem ter causado um incêndio, mas possibilidade de crime não foi descartada (Foto: Divulgação / Polícia Civil) 
Barraco também foi carbonizado. Segundo a polícia, no local havia elementos que podem ter causado um incêndio, mas possibilidade de crime não foi descartada (Foto: Divulgação / Polícia Civil)

Dois corpos carbonizados foram encontrados em um barraco da Zona Rural de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Segundo a Delegacia de Homicídios da cidade, os cadáveres foram achados na quinta-feira (9), mas ainda permaneciam no local na manhã desta sexta (10) porque a área é de difícil acesso. Então, a equipe do Instituto de Criminalística (IC) não conseguiu chegar à área fazer a perícia.

O Instituto de Medicina Legal (IML) do Recife confirmou que uma equipe tentou chegar aos corpos na quinta, mas não obteve sucesso. Outra equipe saiu da sede do IML, na área central da cidade, na manhã desta sexta em direção ao local. A expectativa é de que a perícia e a remoção das vítimas sejam realizadas ainda nesta sexta. Segundo o IML, o barraco fica na Fazenda de Santa Cristina, no Engenho Bento Velho.

Já a equipe da Força-Tarefa do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) esteve no local na quinta-feira. Segundo a polícia, os corpos pertencem a um homem e uma mulher. Depois da perícia do IC, no entanto, o caso será investigado pela 15ª Delegacia de Homicídios de Vitória de Santo Antão.

A delegacia ainda informou que o barraco em que as vítimas estavam também estava carbonizado e possuía elementos que podiam ter provocado um incêndio, como botijões de gás. No entanto, a possibilidade de crime ainda não foi descartada, pois informações preliminares indicam que a vítima masculina estava foragida de uma unidade prisional e estaria vivendo escondida nesse barraco.

Fonte: g1.globo.com/pernambuco

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