Operação foi realizada em municípios do Sertão
de Pernambuco.
(Foto: Divulgação / Polícia Federal)
A Polícia Federal (PF)
divulgou, nesta terça-feira (7), o resultado da 'Operação Cânhamo II',
realizada nas cidades do Sertão de Pernambuco entre os dias 25 de maio a 3 de
junho. Durante a ação foram erradicados 188 mil pés de maconha e 256 quilos da
droga pronta para consumo também foi encontrada. O objetivo da operação é
reduzir a produção e a oferta do entorpecente em toda a região. Ninguém foi
preso.
Participaram do trabalho 40
policiais, entre federais, civis e militares do Corpo de Bombeiros. Foram
realizadas incursões terrestres, aéreas e fluviais, com o apoio de duas
aeronaves e quatro botes infláveis. A operação foi realizada nas cidades de
Orocó, Cabrobó, Belém do São Francisco,, Dormentes, Afrânio, Santa Maria da Boa
Vista, Ilhas do São Francisco, Mirandiba, Ibimirim, Petrolândia, Carnaubeira da
Penha, Floresta, Betânia e Manari.
Ao todo foram erradicados 188
mil pés de maconha, deixando de ser produzido 62 toneladas da droga. Foram
destruídos também 80 plantios e 241 mil mudas. O chefe de comunicação da
Polícia Federal (PF), Giovani Santoro destacou a importância das operações
realizadas durante todo o ano no Sertão.
Durante a operação 188 mil pés de maconha foram erradicados.
(Foto: Divulgação / Polícia Federal)
“Com esse trabalho a gente
consegue fazer o controle permanente desses plantios, evitando que os
produtores colham, prensem e coloquem no mercado consumidor uma grande
quantidade da droga. É necessário ter esse controle justamente para que não se
tenha colheita. De uma única fez, erradicamos os 188 mil pés, 62 toneladas de
maconha deixaram de ir para as mãos de traficantes”, ressalta Giovani.
O chefe de comunicação disse
ainda que a PF está focando também nas pequenas operações. “Antes o foco
eram as grandes operações, onde montávamos todo um aparato, uma logística de
guerra e os produtores e traficantes viam a movimentação e tinham como fugir.
Então, agora estamos investindo também nas pequenas operações, porque é mais
fácil de chegar ao produtor, às pessoas que estão financiando aquelas
plantações”, detalha.
Fonte: g1.globo.com/pernambuco
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