(Reprodução: Internet)
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira a Operação Omni, com o
objetivo de desarticular uma quadrilha que fraudava a Previdência Social
por meio de falsificação documentos e recuperação de ativos tais como,
veículos, bens imóveis, valores e jet skis. Foram cumpridos 51 mandados
judiciais, sendo seis de prisão preventiva, sete de prisão temporária e
38 de busca e apreensão nos municípios pernambucanos de Garanhuns,
Canhotinho, Recife, Tamandaré, Caruaru, Bezerros e de São Caetano, além
de Maceió, em Alagoas e praia da Pipa, em Tibau do Sul, no Rio Grande do
Norte.
De acordo com a PF, a quadrilha, que era comandada por um empresário de Caruaru e gerava um prejuízo mensal à Previdência Social em torno de R$ 200 mil. Até o momento, os valores ultrapassam R$ 12 milhões. Também são alvos da operação duas contadoras, um advogado, três servidores do INSS e dois funcionários da prefeitura de Garanhuns, cedidos para uma agência do INSS em Canhotinho, além de "laranjas" usados pelo chefe da quadrilha para fraudar benefícios previdenciários.
Durante as investigações, a PF conseguiu evitar prejuízo de mais de R$ 300 mil. Também foi identificado um esquema de lavagem de dinheiro por meio de uma rede de postos de combustíveis que ficaram sob intervenção da justiça até a integral reparação aos cofres públicos.
A Operação Omni é uma força tarefa entre a Polícia Federal, o Ministério da Previdência Social e o Ministério Público Federal. O termo Omni vem do latim e significa onipresente, em referência aos beneficiários que estariam “vivos e mortos” ao mesmo tempo. No início da tarde, durante entrevista coletiva na Deelegacia de Polícia Federal, em Caruaru, será detalhado o balanço da opaeração.
De acordo com a PF, a quadrilha, que era comandada por um empresário de Caruaru e gerava um prejuízo mensal à Previdência Social em torno de R$ 200 mil. Até o momento, os valores ultrapassam R$ 12 milhões. Também são alvos da operação duas contadoras, um advogado, três servidores do INSS e dois funcionários da prefeitura de Garanhuns, cedidos para uma agência do INSS em Canhotinho, além de "laranjas" usados pelo chefe da quadrilha para fraudar benefícios previdenciários.
Durante as investigações, a PF conseguiu evitar prejuízo de mais de R$ 300 mil. Também foi identificado um esquema de lavagem de dinheiro por meio de uma rede de postos de combustíveis que ficaram sob intervenção da justiça até a integral reparação aos cofres públicos.
A Operação Omni é uma força tarefa entre a Polícia Federal, o Ministério da Previdência Social e o Ministério Público Federal. O termo Omni vem do latim e significa onipresente, em referência aos beneficiários que estariam “vivos e mortos” ao mesmo tempo. No início da tarde, durante entrevista coletiva na Deelegacia de Polícia Federal, em Caruaru, será detalhado o balanço da opaeração.
Fonte: www.diariodepernambuco.com.br
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