No quesito sinalização, classificação negativa reduziu 25% na última década. Esta placa na BR-408 aponta entrada para o município de Buenos Aires, na Mata Norte de PE. (Foto: Katherine Coutinho / G1)
A situação das rodovias em
Pernambuco deu um salto qualitativo na última década. No período compreendido
entre 2005 e 2015, o percentual de estradas avaliadas como péssimas, ruins ou
regulares no estado caiu de 82% para 53%. É o que revela uma comparação realizada
pelo G1 a partir dos dados que integram as
edições dos anos citados do Anuário CNT do Transporte, elaborado pela
Confederação Nacional do Transporte, que avaliou uma extensão de 3.138 km de
rodovias em Pernambuco.
A maior parte dessa redução da avaliação negativa das estradas no estado aconteceu recentemente, de 2014 para o ano passado. De acordo com o estudo, o índice negativo era de 71%, há dois anos. “Investimentos tanto do governo federal, por meio do programa BR Legal, e da iniciativa privada atacaram os pontos necessários, sobretudo no que se refere à sinalização das rodovias, foram essenciais para esse salto na qualidade”, pontua Jefferson Cristiano, coordenador de Estatística e Pesquisa da CNT.
A maior parte dessa redução da avaliação negativa das estradas no estado aconteceu recentemente, de 2014 para o ano passado. De acordo com o estudo, o índice negativo era de 71%, há dois anos. “Investimentos tanto do governo federal, por meio do programa BR Legal, e da iniciativa privada atacaram os pontos necessários, sobretudo no que se refere à sinalização das rodovias, foram essenciais para esse salto na qualidade”, pontua Jefferson Cristiano, coordenador de Estatística e Pesquisa da CNT.
Além da sinalização, em que
são observadas a presença, visibilidade e legibilidade de placas ao longo das
rodovias, a pesquisa leva em consideração outras variáveis para avaliar as
estradas. Entre elas, o pavimento — ou seja, as condições da superfície da pista
principal e do acostamento — e a geometria, que abrange desde o tipo de rodovia
(pista simples ou dupla) até a existência de faixa adicional de subida, pontes,
viadutos e curvas perigosas.
Em uma década, as rodovias localizadas em Pernambuco tiveram diminuição da classificação negativa nos quesitos sinalização (de 70% para 55%) e pavimento (de 65% para 35%). Já no que se refere à geometria das vias, as estradas situadas no estado deixam bastante a desejar, segundo o estudo. Da extensão pesquisada, 91% não apresentam condições satisfatórias de geometria. Chama a atenção o fato de a redução desse índice negativo, entre 2005 e o ano passado, ter sido de apenas 2%.
Em uma década, as rodovias localizadas em Pernambuco tiveram diminuição da classificação negativa nos quesitos sinalização (de 70% para 55%) e pavimento (de 65% para 35%). Já no que se refere à geometria das vias, as estradas situadas no estado deixam bastante a desejar, segundo o estudo. Da extensão pesquisada, 91% não apresentam condições satisfatórias de geometria. Chama a atenção o fato de a redução desse índice negativo, entre 2005 e o ano passado, ter sido de apenas 2%.
“Ainda tem muito a avançar nas
rodovias brasileiras. A crise tem feito os investimentos caírem, mas,
executando bons projetos de forma efetiva, o retorno é possível. Pernambuco é
um exemplo na evolução na qualidade do estado geral, sobretudo no que se refere
à melhoria na sinalização das rodovias pesquisadas”, complementa Jefferson
Cristiano.
A extensão avaliada no estado pela CNT abrange as seguintes rodovias: PE-009, PE-024, PE-028, PE-052, PE-060, PE-082/BR-408, PE-090, PE-096, PE-126, PE-130, PE-117, PE-275, PE-280, PE-337/BR-426, PE-360, PE-110/BR-110, BR-101, BR-104, BR-116, BR-122, BR-232, BR-235, BR-316, BR-407, BR-408, BR-423, BR-424 e BR-428.
A extensão avaliada no estado pela CNT abrange as seguintes rodovias: PE-009, PE-024, PE-028, PE-052, PE-060, PE-082/BR-408, PE-090, PE-096, PE-126, PE-130, PE-117, PE-275, PE-280, PE-337/BR-426, PE-360, PE-110/BR-110, BR-101, BR-104, BR-116, BR-122, BR-232, BR-235, BR-316, BR-407, BR-408, BR-423, BR-424 e BR-428.
Fonte: g1.globo.com/pernambuco
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