Operação apreendeu anabolizantes e suplementos alimentares no Recife.
(Foto: Divulgação/ PF)
A Polícia Federal (PF) apreendeu, no Recife, anabolizantes e suplementos alimentares com venda proibida no Brasil.
De acordo com a investigação, os produtos eram importados por
comerciantes no Ceará e depois enviados à capital pernambucana. A
apreensão aconteceu na quarta (29), em uma loja no bairro da Boa Vista,
área central do Recife, mas só foi divulgada nesta quinta-feira (30).
A polícia apreendeu dezenas desses produtos no estabelecimento e na casa do comerciante, que ficam no mesmo endereço. Outra loja também foi investigada na cidade, mas nada ilegal foi encontrado.
A investigação começou no Ceará, onde a policia identificou comerciantes que compravam anabolizantes e suplementos alimentares pela internet usando nomes falsos. Os produtos não têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem vendidos no Brasil, mas era exatamente o que acontecia. Parte desses importados era vendida no Ceará e outra parte era enviada para Recife, onde também era colocada à venda.
A polícia apreendeu dezenas desses produtos no estabelecimento e na casa do comerciante, que ficam no mesmo endereço. Outra loja também foi investigada na cidade, mas nada ilegal foi encontrado.
A investigação começou no Ceará, onde a policia identificou comerciantes que compravam anabolizantes e suplementos alimentares pela internet usando nomes falsos. Os produtos não têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem vendidos no Brasil, mas era exatamente o que acontecia. Parte desses importados era vendida no Ceará e outra parte era enviada para Recife, onde também era colocada à venda.
No Ceará, a polícia cumpriu 15 mandados de busca e apreensão e duas
pessoas foram presas. De acordo com as investigações, seriam os
responsáveis pela compra dos produtos. O comerciante recifense não foi
detido porque não havia mandado de prisão contra ele. O flagrante também
não foi feito porque as substâncias apreendidas têm que passar por
perícia.
Se for comprovado que se trata de produto ilegal, ele pode responder
falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a
fins terapêuticos ou medicinais por causa da venda sem registro e sem
autorização da Anvisa. As penas variam de 10 a 15 anos.
Fonte: g1.globo.com
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