Não há como negar os impactos negativos da pandemia no mercado gastronômico. Com limitações de horários para bares e restaurantes, o setor vem amargando perdas. Por outro lado, o ramo de delivery de alimentos vem crescendo graças ao isolamento social. Parte dessas empresas é tocada por gente sem formação na área, mas que encontrou na venda de comidas uma maneira de sobreviver à crise.
Os números dão uma visão clara do momento. Segundo dados da Receita Federal, a quantidade de microempreendedores individuais (MEI) cresceu de 9,8 milhões em março de 2020 para 11,2 milhões em fevereiro de 2021. Deste novo total, mais de 400 mil trabalham com a produção de comida para entrega.
Utilizando cozinhas domésticas, os empreendedores transformam um ato antes restrito à intimidade dos amigos em negócio. Antigas receitas familiares ou mesmo aprendidas na internet saem das casas dos cozinheiros diretamente para o consumidor, que encontra nas redes sociais uma verdadeira vitrine com os mais variados pratos.
Fonte: www.folhape.com.br
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