terça-feira, 29 de julho de 2014

Protesto interdita trecho da PE-95 entre Passira e Limoeiro



 
(Foto: Oberdan Gabriel)


Na manhã desta terça-feira (29), moradores do município de Passira, interditaram um trecho da rodovia PE-95, no limite intermunicipal entre os municípios de Passira e Limoeiro, no agreste do estado. Os manifestantes atearam fogo em pneus e derrubaram árvores que ficavam as margens da rodovia, usando-as para bloqueá-la nos dois sentidos.

Dezenas de moradores, que diariamente trafegam pela rodovia, que liga os municípios de Limoeiro a Caruaru, passando por Passira, Cumaru, Ameixas e Riacho das Almas, realizaram um bloqueio, reivindicando o recapeamento da via, que se encontra em condições totalmente precária, chegando a ficar praticamente intransitável em dias de chuva, e que ultimamente tem sido chamada pelos usuários, de “Rodovia da Morte”, devido ao grande número de acidentes com vítimas fatais.  

 
(Foto: Oberdan Gabriel)

Após inúmeras promessas inverídicas do atual governo de recapeamento, a população cansou de esperar, e decidiu protestar, pedindo que a rodovia seja recuperada com urgência, pois segundo alguns participantes do movimento, que diariamente realizam o transporte coletivo de passageiros, sentido Passira/Limoeiro, o que eles ganham com o trabalho realizado de segunda á sábado, só está dando para consertar os veículos, que tem se quebrado constantemente, devido à buraqueira da PE.

O protesto está sendo realizado de forma pacífica, e conta com o apoio de moradores, motoristas, políticos, comerciantes e da sociedade civil passirense.

A Polícia Militar está no local para garantir que a segurança e a integridade física das pessoas que participam do ato, sejam mantidas. Segundo alguns participantes, a rodovia só será liberada, após a presença de algum representante do Governo do Estado, onde os presentes pretendem negociar o início do recapeamento. A imprensa da região compareceu ao local, para fazer a cobertura do bloqueio, através de rádios, blogs e TV.

Reportagem: Rogério Silva e Rodrigo Pereira

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