Banhistas têm se deparado com carcaças de animais em Pau Amarelo.
(Foto: Alexandre Santos Ferreira/Divulgação)
Frequentadores da praia de Pau Amarelo, em Paulista, têm demonstrado
preocupação com o surgimento de carcaças de animais no local. Na tarde
de sexta-feira, banhistas se depararam com uma raia xita cujas
nadadeiras foram arrancadas. Na manhã de sábado, a maré baixa expôs uma
tartaruga marinha em estado avançado de decomposição. O internauta
Alexandre Santos Ferreira, que caminha pela praia diariamente, enviou
algumas fotos através do Whatsapp do Diario, no número (81) 8116.2626.
Ao analisar as imagens, o biólogo da UPE Clemente Coelho Júnior explicou que é bem provável que a raia tenha sido capturada pela rede de algum pescador e ressaltou que estas espécies são protegidas por lei. “Possivelmente, ela foi apanhada em alguma rede e teve suas nadadeiras arrancadas, já que o preço delas no mercado é muito alto. Eles fazem isso porque sabem que se aparecerem na praia com o animal inteiro podem ser pegos pela fiscalização”, lamentou.
O biólogo explicou também que há três causas prováveis para o caso da tartaruga. “Normalmente, quando encontramos carcaças como essa, acabamos descobrindo que o animal sufocou até a morte após a ingestão de plástico ou então que ele ficou enganchado em alguma rede. Outro cenário que temos nos deparado é com uma doença que vem assolando alguns indivíduos dessa espécie, mas é menos provável”, justificou.
Ao analisar as imagens, o biólogo da UPE Clemente Coelho Júnior explicou que é bem provável que a raia tenha sido capturada pela rede de algum pescador e ressaltou que estas espécies são protegidas por lei. “Possivelmente, ela foi apanhada em alguma rede e teve suas nadadeiras arrancadas, já que o preço delas no mercado é muito alto. Eles fazem isso porque sabem que se aparecerem na praia com o animal inteiro podem ser pegos pela fiscalização”, lamentou.
O biólogo explicou também que há três causas prováveis para o caso da tartaruga. “Normalmente, quando encontramos carcaças como essa, acabamos descobrindo que o animal sufocou até a morte após a ingestão de plástico ou então que ele ficou enganchado em alguma rede. Outro cenário que temos nos deparado é com uma doença que vem assolando alguns indivíduos dessa espécie, mas é menos provável”, justificou.
Fonte: www.diariodepernambuco.com.br
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