segunda-feira, 13 de abril de 2015

Pedro Corrêa embarcou para Curitiba para prestar depoimento na Lava Jato



 
Ex-deputado embarcou num voo de carreira na manhã desta segunda-feira. 
(Foto: Divulgação/PF)

Depois de ter ordem de prisão decretada no âmbito da Operação Lava Jato, o ex-deputado federal Pedro Corrêa (PP) embarcou, na manhã desta segunda-feira (13), com destino a Curitiba, no Sul do País, onde vai prestar depoimento sobre o caso. O ex-parlamentar, que já cumpria pena por ter sido condenado no processo do mensalão em Canhotinho, no Agreste pernambucano, foi levado no último domingo (12) para o Cotel, em Abreu e Lima. Pedro Corrêa foi levado, na madrugada desta segunda, por agentes da Polícia Federal para o Aeroporto dos Guararapes, onde embarcou num voo de carreira para Curitiba. Corrêa deve desembarcar na capital paranaense por volta das 13h, depois de escala no Rio de Janeiro.

De acordo com o chefe de Comunicação da Polícia Federal, Giovani Santoro, assim que Pedro Corrêa chegar em Curitiba, ele vai ficar à disposição dos delegados e dos procuradores que estão à frente da investigação. Corrêa ficará na carceragem da PF. Ele também informou que ainda não tem a data definida de quando ele será ouvido. Isso ficará a cargo da PF na capital paranaense.

O ex-deputado embarcou antes dos passageiros no avião e sem algemas, pois não é um preso de alta periculosidade e não apresentava estado emocional abalado. Ele esteve acompanhado no aeroporto de um advogado, que só deixou de acompanhá-lo na hora de Corrêa embarcar.

Ao chegar em Curitiba, ele será entregue a outra equipe de policiais federais que vão conduzi-lo até a carceragem da Polícia Federal. E lá ele ficará a disposição dos delegados e procuradores que estão à frente da Operação Lava Jato.

Pedro Corrêa foi condenado em 2012 no processo do mensalão. Nas investigações da Lava Jato, é suspeito de recebido valores ilícitos do doleiro Alberto Yousseff, um dos principais operadores do esquema de desvios na Petrobras, mesmo quando estava sob julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: www.folhape.com.br

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