Segundo ministro, o processo de fiscalização já foi atrapalhado.
(Reprodução: Internet)
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Benjamin Zymler abriu
processo contra a Petrobras por suposta falta de transparência na
licitação para obras na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
Zymler quer punir responsáveis por terem atrapalhado a fiscalização do órgão de controle, que não teria recebido dentro do prazo os documentos solicitados à estatal. Segundo dados do TCU, a Petrobras abriu concorrência para a realização de remanescente das obras da Unidade de Abatimento de Emissões Atmosféricas, uma das unidades da refinaria pernambucana. Pelas regras, o valor da obra não é divulgado antes da disputa.
O TCU pediu os dados, como planilhas de custos e valores de referência, para fiscalizar se estavam com preços e procedimentos adequados. A Petrobras não os havia encaminhado até segunda-feira (1). O tribunal pode receber os dados, contanto que não os divulgue. O ministro Zymler então ameaçou suspender a concorrência. A empresa decidiu enviar na terça (2) os dados ao Tribunal.
'Tais fatos revelam-se graves, principalmente diante do histórico recente da companhia', disse o ministro lembrando das dificuldades por que passa a empresa por causa de problemas nas contratações.
'Causa espécie que a entidade, mesmo diante das cobranças da sociedade e dos compromissos assumidos por maior transparência e complicasse, sonegue documentos ao TCU e convoque licitação sem que tenha sequer concluído o seu orçamento estimado do objeto.'
Segundo o ministro, o processo de fiscalização já foi atrapalhado e, por isso, será aberto procedimento para responsabilizar os funcionários da empresa que sonegaram os documentos. As informações sobre o processo também foram enviadas ao ministro de Minas e Energia e aos presidentes da Câmara e do Senado.
Zymler quer punir responsáveis por terem atrapalhado a fiscalização do órgão de controle, que não teria recebido dentro do prazo os documentos solicitados à estatal. Segundo dados do TCU, a Petrobras abriu concorrência para a realização de remanescente das obras da Unidade de Abatimento de Emissões Atmosféricas, uma das unidades da refinaria pernambucana. Pelas regras, o valor da obra não é divulgado antes da disputa.
O TCU pediu os dados, como planilhas de custos e valores de referência, para fiscalizar se estavam com preços e procedimentos adequados. A Petrobras não os havia encaminhado até segunda-feira (1). O tribunal pode receber os dados, contanto que não os divulgue. O ministro Zymler então ameaçou suspender a concorrência. A empresa decidiu enviar na terça (2) os dados ao Tribunal.
'Tais fatos revelam-se graves, principalmente diante do histórico recente da companhia', disse o ministro lembrando das dificuldades por que passa a empresa por causa de problemas nas contratações.
'Causa espécie que a entidade, mesmo diante das cobranças da sociedade e dos compromissos assumidos por maior transparência e complicasse, sonegue documentos ao TCU e convoque licitação sem que tenha sequer concluído o seu orçamento estimado do objeto.'
Segundo o ministro, o processo de fiscalização já foi atrapalhado e, por isso, será aberto procedimento para responsabilizar os funcionários da empresa que sonegaram os documentos. As informações sobre o processo também foram enviadas ao ministro de Minas e Energia e aos presidentes da Câmara e do Senado.
Fonte: noticias.ne10.uol.com.br
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