Presidenta Dilma Rousseff visita a Fundação Oswaldo Cruz-Fiocruz.
(Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
O Ministério da Saúde vai investir R$ 10,4 milhões para a Fundação
Oswaldo Cruz (Fiocruz) desenvolver estudos de combate ao mosquito Aedes
aegypti. O anúncio foi feito hoje (10) durante a visita da presidenta
Dilma Rousseff à sede da Fiocruz e ao Centro Tecnológico de Vacinas, o
Biomanguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro.
A visita durou cerca de três horas. Foi instalado um púlpito no local
para coletiva, mas Dilma chegou e saiu de helicóptero, sem falar com a
imprensa.
Cerca de R$ 4,4 milhões deste valor serão destinados exclusivamente ao
desenvolvimento de uma vacina contra o vírus Zika e o restante a
projetos de cooperação bilateral para pesquisas de Zika e microcefalia
entre a Fiocruz e o National Health, agência de saúde do governo
norte-americano.
O repasse do dinheiro será feito por descentralização de crédito
orçamentário. De acordo com o ministério, os investimentos em estudos
científicos passam de R$125 milhões no combate ao mosquito vetor da
dengue, Zika, Chikungunya.
A Fiocruz está à frente de algumas pesquisas sobre o tema como a de
mosquitos modificados em laboratório com a bactéria wolbachia que impede
a proliferação do mosquito de maneira sustentável.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje que uma vacina contra o
vírus Zika pode chegar "tarde demais" para ter um impacto real na atual
epidemia na América Latina. No mês passado a diretora-geral da OMS,
Margaret Chanel, esteve na Fiocruz para acompanhar as ações
desenvolvidas pela instituição.
Na época, o presidente da fundação informou que a entidade poderia criar uma vacina em cinco anos.
Fonte: www.folhape.com.br
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