Após controlarem o tumulto, profissionais constataram que salas
da administração foram reviradas por internos. (Foto: Reprodução/TV
Globo)
Após o tumulto registrado na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase), na noite da última quinta-feira (31), na unidade do Centro de Atendimento Socioeducativo (CASE) de Abreu e
Lima, no Grande Recife, a direção constatou os danos causados em algumas
das salas da administração, invadidas e reviradas pelos internos. Até
agora, o prejuízo não foi calculado. Os adolescentes também subiram no
telhado e colocaram fogo em colchões.
Batalhão de Choque foi acionado para conter o
tumulto. (Foto: Reprodução/TV Globo)
tumulto. (Foto: Reprodução/TV Globo)
De acordo com o tenente Glauco Vasconcelos, membro do Corpo de
Bombeiros e responsável pela operação, o fogo foi controlado antes mesmo
de os militares chegarem ao local. “Eles queimaram colchões e outros
objetos que foram juntando, mas quando a gente chegou, o fogo já tinha
sido controlado pelo pessoal”, explica. O Batalhão de Choque foi
acionado para conter o tumulto e, de acordo com a corporação, o motim
foi controlado por volta das 21h30.
Segundo funcionários da unidade que preferiram não se identificar, o tumulto começou por volta das 18h30. “A gente estava preparando o jantar deles. Aí quando a gente olhou, foi levar a comida, a gente viu lá o fogo, as pedras jogando. Aí começou o tumulto”, contou o profissional. Não houve registro de feridos, mas um dos internos foi encaminhado à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Abreu e Lima. Asmático, ele sentiu-se cansado após inspirar a fumaça do fogo dos colchões que foram queimados na unidade.
Segundo funcionários da unidade que preferiram não se identificar, o tumulto começou por volta das 18h30. “A gente estava preparando o jantar deles. Aí quando a gente olhou, foi levar a comida, a gente viu lá o fogo, as pedras jogando. Aí começou o tumulto”, contou o profissional. Não houve registro de feridos, mas um dos internos foi encaminhado à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Abreu e Lima. Asmático, ele sentiu-se cansado após inspirar a fumaça do fogo dos colchões que foram queimados na unidade.
Fonte: g1.globo.com/pernambuco
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