A doença afeta normalmente adultos entre 18 e 55 anos de idade, sendo mais frequente de duas a três vezes em mulheres.
(Reprodução: Internet)
Adultos
diagnosticados com esclerose múltipla
remitente recorrente poderão utilizar o medicamento acetato de glatirâmer na versão de 40 miligramas (mg) via Sistema Único de Saúde (SUS).
Atualmente, a rede pública oferta apenas a versão de 20 mg. De acordo com o Ministério da Saúde, a incorporação
vai permitir que o paciente reduza de sete para três as doses injetadas todas
as semanas, garantindo maior qualidade de vida.
A esclerose múltipla pode ser classificada por níveis de evolução
clínica. Casos remitentes recorrentes têm por características surtos
autolimitados de disfunção neurológica com
recuperação completa ou parcial. Segundo a pasta, cerca de 85% dos pacientes com a doença são
inicialmente diagnosticados como remitentes recorrentes. Os outros níveis são
secundariamente progressiva e primariamente progressiva.
A doença afeta normalmente adultos entre 18 e 55 anos de idade. Além
disso, é duas a três vezes mais frequente em mulheres. Entretanto, crianças e
idosos também podem ser atingidos.
No mundo, estima-se que a cada 100 mil habitantes, 33 sofram com a enfermidade. No
Brasil, o cálculo do ministério é que em torno de 35 mil pessoas convivam com a
esclerose múltipla, sendo que cerca de 15 mil estão em tratamento atualmente no
SUS.
Entre os principais sintomas estão fadiga, formigamento ou queimação nos
membros, visão embaçada, dupla ou perda da visão, tontura, rigidez muscular e
problemas de cognição.
Fonte:www.folhape.com.br
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