O programa foi lançado pelo ministro da educação, no auditório do Inep.
(Reprodução: Internet)
O Ministério da Educação (MEC) lançou nesta quarta-feira, 17 de
julho, o Future-se. Inédito e inovador, o programa propõe uma mudança de
cultura nas instituições públicas de ensino superior: maior autonomia
financeira a universidades e institutos federais. A cerimônia foi
realizada no auditório do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília.
Assim como ocorre na reforma da Previdência, sustentabilidade
financeira e responsabilidade com o futuro são pilares do projeto. O
fomento à captação de recursos próprios e ao empreendedorismo são
algumas das propostas.
“[O Future-se] coloca o Brasil no mesmo patamar de países
desenvolvidos. Nós buscamos as melhores práticas e adaptamos para a
realidade brasileira. A maioria das medidas já acontece aqui. Nós vamos
potencializá-las”, disse o ministro da Educação, Abraham Weintraub,
durante o lançamento.
Segundo o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima, o
programa retira algumas barreiras burocráticas que as universidades
enfrentam. “O nosso potencial é gigantesco. Os estudantes poderão ser
protagonistas do seu próprio destino. O nosso convite é: futurem-se”,
afirmou.
O processo respeitará o princípio da publicidade. A proposta do MEC
vai passar por consulta pública até o dia 15 de agosto. A população
poderá colaborar com o programa. As contribuições serão compiladas e uma
proposta de mudança na legislação, apresentada posteriormente.
A adesão ao Future-se será voluntária. As universidades e os
institutos federais não serão privatizados. O governo continuará a ter
um orçamento anual destinado para as instituições.
São mais de R$ 100 bilhões aos quais universidades e institutos
poderão ter acesso. O dinheiro virá, por exemplo, do patrimônio da
União, de fundos constitucionais, de leis de incentivos fiscais e
depósitos à vista, de recursos da cultura e de fundos patrimoniais.
O Future-se tenta tornar mais eficiente práticas existentes. As
instituições já contam com receitas próprias – cerca de R$ 1 bilhão de
universidades, institutos e hospitais universitários somados. Mas os
recursos não apresentam retorno direto para as atividades por conta de
limitação legal. O dinheiro arrecadado vai para a Conta Única do
Tesouro. A proposta do MEC visa à desburocratização do recebimento dessa
verba.
Fonte: portal.mec.gov.br
O Ministério da
Economia deve permitir que os trabalhadores saquem até 35% dos recursos
de suas contas ativas (dos contratos de trabalho atuais) do Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A expectativa do governo é que a
medida injete até R$ 42 bilhões na economia.
O plano é uma tentativa de reanimar a economia, via consumo, ainda este
ano. A projeção oficial do governo é de crescimento do PIB de 0,81%. Com
a liberação dos recursos do FGTS, haverá também mais uma rodada de
saques do PIS/Pasep... - Veja mais em
https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/07/17/governo-estuda-liberar-saque-de-ate-35-do-saldo-de-contas-ativas-do-fgts.htm?cmpid=copiaecola
O Ministério da
Economia deve permitir que os trabalhadores saquem até 35% dos recursos
de suas contas ativas (dos contratos de trabalho atuais) do Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A expectativa do governo é que a
medida injete até R$ 42 bilhões na economia.
O plano é uma tentativa de reanimar a economia, via consumo, ainda este
ano. A projeção oficial do governo é de crescimento do PIB de 0,81%. Com
a liberação dos recursos do FGTS, haverá também mais uma rodada de
saques do PIS/Pasep.... - Veja mais em
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O Ministério da
Economia deve permitir que os trabalhadores saquem até 35% dos recursos
de suas contas ativas (dos contratos de trabalho atuais) do Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A expectativa do governo é que a
medida injete até R$ 42 bilhões na economia.
O plano é uma tentativa de reanimar a economia, via consumo, ainda este
ano. A projeção oficial do governo é de crescimento do PIB de 0,81%. Com
a liberação dos recursos do FGTS, haverá também mais uma rodada de
saques do PIS/Pasep.... - Veja mais em
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O Ministério da
Economia deve permitir que os trabalhadores saquem até 35% dos recursos
de suas contas ativas (dos contratos de trabalho atuais) do Fundo de
Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A expectativa do governo é que a
medida injete até R$ 42 bilhões na economia.
O plano é uma tentativa de reanimar a economia, via consumo, ainda este
ano. A projeção oficial do governo é de crescimento do PIB de 0,81%. Com
a liberação dos recursos do FGTS, haverá também mais uma rodada de
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