Geraldo Alckmin (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), juntos no mesmo palanque, defendendo o mesmo projeto político em algumas cidades do estado de SP. (Reprodução: Internet)
Apesar da resistência de
parte da ex-ministra Marina Silva, da Rede Sustentabilidade e vice da
candidatura presidencial do ex-governador Eduardo Campos, o PSB começa a
articular eventos de campanha do socialista ao lado do governador de
São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que tenta reeleição. As agendas podem
acontecer entre os meses de agosto e setembro. As informações são do
jornal Folha de S. Paulo.
Em São Paulo, o PSB optou pelo palanque duplo. Ou seja, tem como candidato ao governo Geraldo Alckmin, mas a opção presidencial não é o senador Aécio Neves, de Minas, e sim, Eduardo Campos. Inicialmente, a sigla chegou a cogitar uma candidatura própria no maior colégio eleitoral do país, mas não obteve êxito.
As agendas de Campos e Geraldo devem acontecer em cidades administradas pelo PSB no estado. Estão no alvo Campinas e São José do Rio Preto. A articulação de tem como objetivo abrir espaço na agenda de Alckmin para Campos. Até agora, o tucano participou de quatro eventos públicos ao lado do senador Aécio Neves.
“O governador, desde o primeiro momento, mostrou-se disposto a participar da campanha e é natural os dois estarem juntos em um evento em São Paulo”, defendeu o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB).
Os eventos estão sendo articulados para depois do início do horário eleitoral gratuito, em 15 de agosto, quando o presidenciável do PSB reforçará sua presença em São Paulo. A ideia é que Campos e Alckmin inaugurem juntos nas duas cidades os chamados "Edualdos", comitês do PSB que pedem votos para os dois candidatos, e participem de eventos fechados com a militância socialista.
Na última quinta-feira (24), Geraldo Alckmin disse que, caso seja convidado, faria campanha ao lado de Eduardo Campos. No sábado (26), ao lado de Aécio Neves, recuou da declaração e afirmou que “quem é do PSDB apoiará Aécio Neves”.
Em São Paulo, o PSB optou pelo palanque duplo. Ou seja, tem como candidato ao governo Geraldo Alckmin, mas a opção presidencial não é o senador Aécio Neves, de Minas, e sim, Eduardo Campos. Inicialmente, a sigla chegou a cogitar uma candidatura própria no maior colégio eleitoral do país, mas não obteve êxito.
As agendas de Campos e Geraldo devem acontecer em cidades administradas pelo PSB no estado. Estão no alvo Campinas e São José do Rio Preto. A articulação de tem como objetivo abrir espaço na agenda de Alckmin para Campos. Até agora, o tucano participou de quatro eventos públicos ao lado do senador Aécio Neves.
“O governador, desde o primeiro momento, mostrou-se disposto a participar da campanha e é natural os dois estarem juntos em um evento em São Paulo”, defendeu o prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB).
Os eventos estão sendo articulados para depois do início do horário eleitoral gratuito, em 15 de agosto, quando o presidenciável do PSB reforçará sua presença em São Paulo. A ideia é que Campos e Alckmin inaugurem juntos nas duas cidades os chamados "Edualdos", comitês do PSB que pedem votos para os dois candidatos, e participem de eventos fechados com a militância socialista.
Na última quinta-feira (24), Geraldo Alckmin disse que, caso seja convidado, faria campanha ao lado de Eduardo Campos. No sábado (26), ao lado de Aécio Neves, recuou da declaração e afirmou que “quem é do PSDB apoiará Aécio Neves”.
Fonte: www.diariodepernambuco.com.br
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